quarta-feira, 8 de julho de 2009

Yao Ming quer comprar time que o lançou


Afastado da próxima temporada da NBA e com a carreira ameaçada por causa de uma lesão, Yao Ming quer entrar no mundo dos negócios. O chinês pretende comprar a equipe de basquete de sua cidade natal, Xangai Sharks, clube que o lançou profissionalmente.

Segundo a imprensa chinesa, Yao estuda investir 20 milhões de iuanes (US$ 2,9 milhões e cerca de R$ 6 milhões) para a aquisição de uma parte da franquia de Xangai, que compete na liga profissional de basquete da China (CBA).

O Sharks foi o primeiro time da estrela chinesa, onde atuou por nove anos e ajudou a conquistar o único título da CBA que tem, em 2002. Hoje, ainda com o contrato no Houston Rockets, Yao Ming está em uma situação econômica difícil pela perda de um de seus principais patrocinadores.

Moncho está feliz com os jogadores altos: ‘Só os EUA têm mais opção que o Brasil’


Com jogadores altos no elenco, Moncho Monsalve observa as opções disponíveis para o garrafão da seleção brasileira. A quantidade de “gigantes” do time já chega a preocupar o técnico, que tenta arrumar um meio de utilizar todos os atletas no período de testes da equipe, com início em Portugal, no Torneio Internacional de Almada (10 a 12 de julho) e nos Jogos da Lusofonia (14 a 19).

- Temos grandes talentos altos. Só há um país melhor que o Brasil nesse quesito, os Estados Unidos. De homens com talento e boa estrutura física, o Brasil é o segundo melhor do mundo e tudo isso tem que ser incorporado ao jogo – disse Moncho, citando nomes como Tiago Splitter, Nenê, JP Batista, Anderson Varejão, Baby, Paulão, Cipolini, Murilo, Fioroto, Caio Torres, Rafael, Jefferson.

Para conseguir aproveitar melhor esses jogadores na equipe, Moncho está pedindo a alguns que mudem suas características e troquem de posição. É o caso de Murilo, que deve deixar de jogar como pivô, função que desempenha pelo Minas, para ser ala-pivô na seleção, e Jefferson e Teichmann que podem virar alas.

Mas se o time tem muitos jogadores altos, o mesmo não acontece com bons armadores. Moncho está enfrentando dificuldades para definir quem serão os convocados para a Copa América nesta posição.

- Os armadores têm que ser trabalhados no Brasil. Precisamos criar alguns porque já não é mais possível só com Marcelo Huertas. Vamos ver se conseguimos trazer alguém, como o Manteguinha, se Deus quiser, e trazer outros mais jovens, Jéferson (Paulistano) e Raulzinho. Ou então trabalhar com Fulvio, Duda e Benite, que já estão aqui.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Dallas Mavericks está próximo de fechar contrato com o ala Shawn Marion


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07/07/09 - 03h43 - Atualizado em 07/07/09 - 03h43
Dallas Mavericks está próximo de fechar contrato com o ala Shawn Marion
Ala ficou sem espaço no Toronto Raptors após aquisição de Hedo Turkoglu

Das agências de notícias
Dallas, EUA
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A- A+ Os diretores do Dallas Mavericks, liderados pelo dono Mark Cuban, não medem esforços para contar com o ala Shawn Marion, do Toronto Raptors. As duas equipes já chegaram a um acordo para a compra do jogador, que também esteve no Miami Heat na última temporada. De acordo com fontes próximas à NBA, faltam apenas detalhes para a assinatura do contrato.

O Mavericks já conseguiu a renovação com o armador Jason Kidd por três anos e contrataram o pivô polonês Marcin Gortat, que estava sem contrato. A mudança seria a melhor opção para Marion, já que o Raptors acabou de contratar o ala turco Hedo Turkoglu, ex-Orlando Magic, por cinco temporadas e US$ 53 milhões (cerca de R$ 104 milhões).

A operação para o Mavs contar com Shawn Marion é complexa. É necessário que a equipe texana consiga uma terceira equipe para a transação, pois o time precisaria se livrar de um jogador para não ultrapassar o teto salarial. Jerry Stackhouse, de 34 anos, poderia ser repassado a outro time, já que receberá US$ 7 milhões (quase R$ 14 milhões) na próxima temporada.

Se contratado pelo Mavericks, Marion receberia um salario de US$ 5,8 milhões (R$ 11 milhões) na próxima temporada. As únicas equipes que poderiam oferecer um salário melhor seriam o Portland Trail Blazers e o Oklahoma City Thunder, mas nenhum dos dois times estão interessados no ala. Na última temporada, ele teve 12,9 pontos e 8,5 rebotes de média.

Ron Artest faz música em homenagem a Michael Jackson e vai usar o número 37


Recém-contratado pelo Los Angeles Lakers, o ala Ron Artest parecia decidido a usar no uniforme o número 23, eternizado por Michael Jordan. Após consultar os fãs pelo Twitter, no entanto, ele decidiu fazer um tributo a outro Michael: Artest vai adotar o número 37, em alusão à quantidade de semanas em que o disco “Thriller”, de Michael Jackson, ficou no topo das paradas de sucesso.

- O 23 estava disponível, mas juntando o 37 com “Thriller”, posso transformá-lo em um grande número. Vou representar a grandeza ao vestir este número, e a garotada deveria adotá-lo também – explicou Artest a uma emissora de rádio local em Los Angeles. Conhecido por adotar números pouco comuns, ele usava o 96 em Houston.

Como se não bastasse a homenagem no uniforme, Artest também compôs, às pressas, uma música para lembrar o Rei do Pop. “Michael Michael” foi gravada pelo rapper, com uma batida mais lenta que a de suas composições habituais.
Artest vai começar uma vida nova em Los Angeles, por coincidência o local escolhido para o enterro de Michael Jackson. Após passar por Indiana, Sacramento e Houston, o ala se junta a Kobe Bryant para formar uma dupla de peso no atual campeão da NBA.

Com a carreira marcada pelas polêmicas, Artest ficou famoso por se envolver em uma das maiores brigas da história da NBA. Em novembro de 2004, quando jogava pelos Pacers, ele participou de uma confusão no ginásio Palace de Auburn Hills, em Detroit, e foi atingido por um copo jogado por um torcedor. Descontrolado, Artest subiu as arquibancadas para agredir o homem que tinha lançado o copo. Foi suspenso por toda a temporada 2004/2005.

Moncho Monsalve define nesta terça os 12 da seleção que viajam para Portugal


Ainda sem os principais jogadores, a seleção brasileira de basquete viaja nesta quarta-feira para Portugal, onde disputará o Torneio Internacional de Almada (10 a 12 de julho), contra Angola, Finlândia e Portugal, e os Jogos da Lusofonia (14 a 19). Após os cortes de Raulzinho e Jordan Bürger no último sábado, outros dois jogadores serão dispensados após o treino coletivo na noite desta terça-feira.

Dos 12 atletas que embarcam, três certamente estarão na seleção principal, que disputará a Copa América, entre 26 de agosto e 6 de setembro, em Porto Rico. Mas Moncho Monsalve trabalha ainda com a possibilidade de adicionar um quarto nome.

- Eu tenho certeza de que três ou quatro dos que estão aqui vão se juntar ao grupo que vai para a Copa América. Logo quero tomar uma decisão, como é comum em meu país.

O treinador explicou que a dúvida em relação à quantidade de vagas abertas no grupo para a Copa América só existe por causa da indefinição da convocação de Nenê, do Denver Nuggets. O pivô quebrou o braço nos playoffs e ainda é dúvida.

- Provavelmente um armador, um ala e um pivô, mas talvez sejam dois pivôs, porque não sabemos se o Nenê vem. Pelo menos eu não sei se ele vem. Então, a ideia pode ser um armador, um ala, e dois pivôs (um na posição 4 e outro na 5) – explicou Mocho, que pretende ainda levar outros três jogadores para Porto Rico, apenas para ajudar nos treinamentos.

O técnico fez questão de valorizar o trabalho que está sendo feito na seleção B. Ele explicou que, no ano que vem, essa equipe disputará o Sul-Americano, enquanto a equipe principal jogará o Mundial, na Turquia, caso o Brasil se classifique.

Curiosidades

Não precisa ser nenhum craque do NBA, mas dar uma corridinha para um e outro lado da quadra e tentar jogar a bola na cesta pode te fazer perder 480 calorias.
A favor: trabalha braços e pernas, praticamente na mesma proporção, além de desenvolver o condicionamento físico
Contra: cuidado com impactos bruscos no joelho e na coluna e com as trombadas na quadra.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

FOTO: Varejão distribui perucas iguais à sua cabeleira na Mangueira


Em visita à Vila olímpica da Mangueira, o ala do Cleveland Cavaliers, da NBA, Anderson Varejão, bateu bola com as meninas das equipes de base do projeto e distribuiu perucas que imitavam sua cabeleira, fazendo sucesso entre as crianças. Nesta terça, o atleta revelou que se apresentará à seleção para a disputa da Copa América

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